Explore o Acervo de Cartões Telefônicos
Um catálogo detalhado de cartões históricos e colecionáveis.
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Bailar das Máscaras
Catálogo Gerado em: 2026-03-16 | Ano da Série: 2001 | Total de Cartões: 10
A série completa Bailar das Máscaras, lançada no ano de 2001, apresenta 10 cartões telefônicos que documentam a cultura lúdica e ritualística de diferentes povos do mundo. As imagens frontais exploram ilustrações e fotografias de máscaras tradicionais, evidenciando adornos históricos originários de diversas regiões, como o continente africano. Trata-se de uma coleção de alto teor folclórico e antropológico. Em cada unidade desses cartões telefônicos, os versos narram a origem e o propósito das peças, explicando seus usos em rituais religiosos, cerimônias festivas ou danças burlescas de povos antigos e contemporâneos. Ao longo desta página, é possível visualizar o acervo fotográfico de todos os exemplares catalogados nesta série temática.
Lista de Cartões
#1 - África
O homem primitivo, seja o homem pré-histórico da Europa ou dos povos atuais em estado selvagem, procura proteger-se contra as entidades desconhecidas que arbitrariamente regem o seu habitat. Forças vivas e mortas, animadas ou inanimadas, deuses e diabos que precisam ser exorcizados, acalmados e lisonjeados. Para isso, foi criado um complicado ritual de danças e cerimônias, nos quais a máscara é um acessório importante, seja na captura de animais (como disfarce), seja em rituais para os deuses ou para reverenciar seus antepassados, ou ainda por puro divertimento, feito para uma espécie de dança burlesca.
#2 - Artes
A máscara, na Grécia, teve aspecto hilariante ou caricato que esteve presente na origem da comédia e da tragédia; o teatro surge. No entanto, o uso das máscaras não se limitou porém, às manifestações cênicas; desempenhou na religião clássica papéis de grande importância. O principal deus das máscaras era Dionísio, usadas a princípio, nas festas Dionísticas, em homenagem ao deus da fecundidade e da colheira.
#3 - Gata no Cio
Da Europa, principalmente de Paris, vinham os apetrechos para um carnaval mais divertido. A máscara carnavalesca chega ao Rio em 1835. Um anúncio feito no jornal do Comércio de 1835 informava haver recebido da França, máscaras com expressões jocosas e sérias, narizes de papagaio, peitos de senhoras para homems que queriam se vestir de mulher, caras de porco, de cachorro, de gato, cabeças mecânicas, com barbas, bigodes e queixos móveis, invenção trazida de Veneza.
#4 - Fogo Chinês
A máscara cênica não se limitou aos países do extremo ocidente. Também, encontramos no extremo oriente. Na China e no Japão, com representação teatral, o trágico e o cômico, e até hoje, além das máscaras, é usual pintar o rosto para representar, como no teatro Kabuki e o teatro de Pequim, e também como meio de defesa. Os guerreiros japoneses, em épocas feudais, levavam máscaras de expressão horrorosas, destinadas a assustar o adversário. Na China, as máscaras eram colocadas nas crianças, em época de epidemia, para protegê-las.
#5 - Sultão
Máscaras - cobertura colocada sobre o rosto para dissimulá-lo ou para substituí-lo por um rosro artificial, criando a ilusão. Atualmente, a máscara não passa de um acessório, mas já desempenhou papel de primeiro plano da evolução cultural antiga e primitiva.
#6 - Máscaras Italianas (Veneza)
O teatro ocidental também fez uso frequente da máscara na Comédia dell`Arte, que floresceu na Itália do séc. XIV ao XVII, produzindo as máscaras famosas de Arlequim, Colombiana, Pierrot, Pulcinella. Este movimento inspirou o carnaval de Veneza, Por volta do séc. XV, aconteceria o primeiro "Ball Masquê", que devido as divergências políticas, o uso das máscaras era necessário para a sociedade, que na época estava em constantes conflitos políticos. Dos grande bailes, teatros e o carnaval de rua, as máscaras de Veneza passaram a ser também peças decorativas, sendo uma das principais atividades econômicas e o souvenir característico da região.
#7 - Pirata
O carnaval carioca se fixou em 1840, quando se realizava, em 22 de Janeiro, o primeiro baile carnavalesco, por iniciativa de um casal de hoteleiros, proprietários do Hotel Itália. Daí em diante, os bailes à fantasia se incorporam definitivamente ao carnaval carioca. Os bailes de maior expressão foram realizados nos dias 21 e 24 de Fevereiro de 1846, no teatro São Januário. Logo os bailes de máscaras eram numeroso, sendo introduzidos concursos com valiosos prêmios para as mais belas fantasias.
#8 - Sonho de Verão
O teatro ocidental também fez uso frequente de máscara na Comédia dell`Arte, que floresceu na Itália do séc. XIV ao XVII, produziu as máscaras famosas de Arlequim, Colombinas, Pierros, Pulcinella. Este movimento inspirou o carnaval de Veneza. Por volta do séc. XV, acontecia o primeiro "Ball Masquê", que devido as divergências políticas, o uso das máscaras era necessário para a sociedade, que na época estava em constantes conflitos políticos. Dos grandes bailes, teatros e o carnaval de sua, as máscaras de Veneza passaram a ser também peças decorativas, sendo uma das principais atividades econômicas e o souvenir característico da região.
#9 - Alastra
Em 1852 surgiu no carnaval carioca o Zé Pereira, um conjunto de tambores capitaneados pelo sapateiro português José Nogueira de Azevedo Paredes, que contagiante, logo se alastra. Com isso nas últimas décadas da primeira metade do séc. XIX, o carnaval do Rio ganhava aos poucos aspectos coloridos.
#10 - Fokker
embora o entrudo seja da mais remota tradição portuguesa, o carnaval com máscaras, de rosto encoberto e fantasias grotescas ou vistosas, só tivemos em meados do século passado. Contra a máscara carnavalesca entretanto, várias proibições se fizeram sentir através de ordenação do Brasil Colonial.
As imagens exibidas são registros históricos de cartões telefônicos de uso público. Os direitos autorais das ilustrações pertencem aos respectivos artistas e operadoras mencionados nos próprios cartões.
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