Explore o Acervo de Cartões Telefônicos
Um catálogo detalhado de cartões históricos e colecionáveis.
Gilberto Freyre aos seis anos de idade - 1906
Gilberto Freyre durante viagem à África - década de 50
Gilberto Freyre ao ser consagrado Doutor Honoris Causa pela Universidade de Columbia - 1954
Gilberto Freyre em sua biblioteca.
Gilberto Freyre em tarde de autógrafos
Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
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Homenagem da TELEMAR ao Centenário de nascimento do escritor Gilberto Freyre 1900-2000
Catálogo Gerado em: 2026-04-06 | Ano da Série: 2000 | Total de Cartões: 10
Essa série foi lançada no ano 2000 contendo 10 cartões telefônicos. A Série se trata de uma homenagem feita pela TELEMAR ao escritor Gilberto Freyre 1900-200. Essa série de cartões retrata diversas fotos do escritor ao longo de sua carreira.
Lista de Cartões
#1 - Gilberto Freyre aos seis anos de idade - 1906
A mais antiga recordação de Gilberto Freyre, foi a de ter fugido aos seis anos de sua casa, indo abrigar-se no que ele chamava "a materna Olinda". A antiga capital de Pernambuco, cidade muito amada e sobre a qual escreveria em 1939, um Guia Prático, Histórico e Sentimental, semelhante ao que dedicara em 1934 ao Recife.
#2 - Gilberto Freyre durante viagem à África - década de 50
Na década de 50, ele teve oportunidade de visitar diferentes áreas de colonização portuguesa, nos continentes africano e asiático, surgindo daí os conceitos de tropicalismo e luso-tropicalismo.
#3 - Gilberto Freyre ao ser consagrado Doutor Honoris Causa pela Universidade de Columbia - 1954
Por ter sido considerado um dos maiores escritores dos últimos tempos colecionou prêmios, medalhas, condecorações, títulos honoríficos, todos conferidos exclusivamente por seus méritos de escritor, inclusive através de grandes Universidades estrangeiras. Sua primeira premiação se deu em 1934, por sua obra Casa Grande e Senzala - Prêmio Felipe d`Oliveira.
#4 - Gilberto Freyre em sua biblioteca.
Gilberto Freyre em sua biblioteca particular, sentado na sua célebre poltrona, cercado de livros como costumava trabalhar.
#5 - Gilberto Freyre em tarde de autógrafos
Gilberto Freyre em tarde de autógrafos na Livraria São José - 1959
#6 - Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
A Vivenda santo Antonio de Apipucos, hoje Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre, está instalada no local em que o escritor escolheu para morar, por mais de 40 anos o bucólico e tradicional bairro de Apipucos.
#7 - Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
O Sítio Ecológico da Fundação Gilberto Freyre, está situado no bairro de Apipucos, na cidade do Recife, no entorno da Casa onde viveu o sociólogo e escritor pernambucano. Trata-se de uma área com cerca de 10.000m2. remanescente dos antigos quintais de tempos passados.
#8 - Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
"Sou um brasileiro de Pernambuco. Gosto muito da minha província. Sou sedentário e ao mesmo tempo nômade. Gosto da rotina e gosto da aventura Gosto dos meus chinelos e gosto de viajar. Meu nome é Gilberto Freyre". Gilberto Freyre em entrevista concedida a TV Cultura de São Paulo.
#9 - Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
"Se depender de mim, nunca ficarei plenamente maduro, nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental". "Tempo morto e outros tempos", anotação de 1926.
#10 - Gilberto Freyre em sua residência, a "Vivenda Santo Antonio de Apipucos"
A fundação Gilberto Freyre foi a última grande obra do mestre de Apipucos. Ainda em vida Gilberto Freyre e sua família resolveram instituir, no Solar de Apipucos em que vivia, uma Fundação que não apenas reunisse o seu patrimônio cultural, seus bens e acervos, mas que também pudesse estimular a continuidade dos estudos da realidade nordestina e brasileira e do homem situado no trópico, objetos de sua obra.
As imagens exibidas são registros históricos de cartões telefônicos de uso público. Os direitos autorais das ilustrações pertencem aos respectivos artistas e operadoras mencionados nos próprios cartões.
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