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Mitos e Lendas
Catálogo Gerado em: 2026-01-26 | Ano da Série: 1999 | Total de Cartões: 8
Viaje pelo imaginário popular com a série Mitos e Lendas Brasileiras. Lançada em 1999, esta coleção de 8 cartões é um tesouro da nossa cultura, descrevendo com riqueza de detalhes as histórias fantásticas do Curupira, da Iara, do Saci Pererê e de outros entes que povoam os sertões e matas do Brasil. Mais que uma série, é um registro lúdico e educativo das crenças que moldam a identidade de nosso povo.
Lista de Cartões
#1 - Boitatá
Um dos mitos mais antigos do Brasil. É uma assombração em forma de cobra-de-fogo, ou pássaro, que enfrenta o cavaleiro impedindo seu caminhar. Nas regiões sulinas alguns campesino mais supersticiosos evitam andar à noite, com receio de se deparar com Boitatá.
#2 - Curupira
Ente fantástico da mitologia tupi, que habita as matas brasileiras. Indios anão, pés voltados para trás, cabelos vermelhos, gosta de fumo e cachaça. Ao pressentir tempestade, diz-se que bate nas árvores para acorda-las par reagir à furia dos ventos e das chuvas. Quando algum caçador trai algum contrato secreto, pune-os com o abandono na mata, igual a morte certa, pois engana-os com rastros mentirosos, levando-os para longe dos caminhos.
#3 - Iara
Mais que um ente da mitologia tupi, a Iara é uma criação de escritores românticos brasileiros. Seu nome literário é Mãe D`Água. Metade peixe, metade mulher, postava-se sobre as pedras a pentear seus longos cabelos. Diz a lenda que, se for vista, o fascínio de sua beleza seria tanto que poderia até cegar, e se for ouvida, o seu canto poderia enfeitiçar e atrair a pessoa para o fundo do mar.
#4 - Lobisomem
De acordo com a crendice sertaneja, é um homem que transforma em lobo ou em um enorme cão em noites de lua cheia, das sexta-feiras. Existem muitas histórias de lobisomem espalhadas pelos sertões. Essa crendice é também chamada de licantropia, uma crença que encontra adeptos no mundo inteiro.
#5 - Saci Pererê
O Moleque é negrinho, usa gorrinho vermelho e cachimbo. Com uma só perna, pula daqui e dali, nos campos e nas matas (onde se enconde). Faz travessuras por diversão mas é muito amigo das árvores. esta ficando cada dia menos brincalhão, pois o homem derrubam as árvores, queimaram os campos, estragaram as matas , destroem os brotinhos novos das plantas. Ele fica desacorçoado, esquece as amarguras quando chove e o sol brilha, pois a mata pode ficar de novo cheirosa e verde, e a natureza reinar.
#6 - Mula sem cabeça
É um ser sobrenatural na mitologia brasileira. De acordo coma crença popular é uma mulher que foi amante de um padre e como castigo, tomou forma de mula-sem-cabeça depois de morta. Pela tradição aparece nas noites de quinta para sexta-feira, trançando chispas de fogo pelas narinas e boca. Relincha estridente, tem galope violento e patas calçadas de ferro. Para quebrar-lhe o encanto teria que ser arrancado o frio de ferro que leva ou, então bastaria tirar-lhe uma pontinha de sangue.
#7 - Caipora
Personagem da mitologia tupi. É Protetor das caças e das florestas, sua figura é a de um pequeno índio, escuro, ágil, nu ou usando tanga, fumando cachimbo, adora cachaça e fumo. Reina sobre os animais e castiga os caçadores quando matam animais, fêmeas com crias ou filhotes, do que o combinado. Aparece montando num enorme porco-do-mato ou seguido por um cachorro. Muito parecido com Curupira e o Saci, Caipora é também sinônimo de azar.
#8 - Negrinho do Pastoreio
Lenda popular Gaúcha, é a história dos pobre negrinho escravo, sacrificado por seu perverso senhor, porque não encontrou em cavalinho que se desgarrara da manada. Depois de chicoteado, foi abandonado vivo e sangrando num formigueiro, encontrado no dia seguinte, de pé, bonzinho, ao lado de Nossa Senhora, que o levou para o céu. É invocado pelos campesinos, como se fosse um santo, na hora de encontrar animais perdidos.
As imagens exibidas são registros históricos de cartões telefônicos de uso público. Os direitos autorais das ilustrações pertencem aos respectivos artistas e operadoras mencionados nos próprios cartões.
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